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A Garota Americana

Posted by San Diegirls on March 16, 2010 at 9:33 PM Comments comments (0)

Título: A Garota Americana (All American Girl)

Autor(a): Meg Cabot

Editora: Galera Record

Nº de páginas: 347



Samantha Madison não tem uma vida fácil. Sua irmã mais velha é a garota mais popular da escola, e sua irmã mais nova é superdotada, enquanto ela apenas é... bom, apenas ela. Sam tem dons artísticos, mas nada que se compare a genialidade da caçula ou a popularidade da irmã. E é por causa desse seu talento que ela é obrigada a tomar aulas de artes. O problema é, Sam não acha que precise de aulas: ela já sabe desenhar e não quer nenhuma hippie lhe dizendo o que fazer.


Um belo dia de chuva, Sam, com todo o seu espírito rebelde, resolve fugir de sua aula e ir passar o tempo na loja de discos ao lado... onde por acaso há um homem muito estranho com uma rosquinha, que a faz segui-lo porta afora, o que a leva a salvar a vida do presidente dos Estados Unidos da América. Não fosse o suficiente ficar famosa por salvar o presidente, Sam descobre que o menino que estava paquerando ela na aula de artes é, nada mais, nada menos que o filho do presidente! Agora Sam vai ter que lidar com a fama, com deveres diplomáticos, com sua paixão proibida pelo namorado militante da irmã e com o filho do presidente dos EUA.


Meg Cabot mais uma vez escreve um livro muito divertido, mas muito previsível. No entanto, devo dizer, é um dos mais legais da série teen dela. Pode-se dizer que Sam é uma junção de Mia + Suzanna. Sam só veste preto, pois está de luto pela juventude de sua geração. Ela tem seus próprios ideais, que são fortes e soam bonitos, mas ela não passa de uma adolescente que está no ensino médio e não sabe nada sobre a vida - mas acha que sabe tudo. Ela vê no namorado da irmã mais velha uma fonte de inspiração, e não entende como um rebelde idealista como ele pode namorar alguém tão fútil como sua irmã.


Aos poucos, Sam vai vendo que sua visão de mundo estava completamente equivocada. No início do livro, ela tem muitos preconceitos. Ela não acredita nas aulas de artes e acha a professora uma hippie idiota, ela não consegue enxergar os defeitos de seu amor platônico, não dá uma chance a irmã de mostrar que ela não é tão fútil quanto Sam pensa. E é interessante você ver tudo isso mudando, tudo se desconstruindo. Ainda mais com a ajuda de David, o filho do presidente, que é lindo, artista e um completo cavalheiro. Preciso dizer mais?


Então é, 3 estrelas está mais do que bom para esse livro.


Resenha por Isadora C.

Avalon High

Posted by San Diegirls on March 13, 2010 at 2:35 AM Comments comments (0)

 

Título: Avalon High
Autor (a): Meg Cabot
Editora: Galera Record
Número de páginas: 350

 

 

Elaine Harrison está com raiva de seus pais. Mas não muito.Ela acaba de se mudar do Minnesota para Washington, lugar escolhido por seus pais para tirar licença sabática- uma espécie de férias que professors universitários ( de países desenvolvidos) tiram para desenvolver suas pesquisas e escreverem seus livros. Como toda filha de professors universitários, Elaine odeia isso. Mas enquanto ela flutua com sua bóia na piscina de sua nova casa, mal sabe que seu futuro está para mudar drasticamente.

 

Elaine não agüenta mais as férias. Por ser nova na cidade, não conheceu nenhum amigo, então seu dia se resume a limpar a piscina e depois flutuar nela. Ocasionalmente vai ao parque correr com seu pai. E é numa dessas corridas que sua vida dá uma guinada.

 

Ao passar por uma parte selvagem em seu trajeto, Elaine esbarra com três jovens, dois homens e uma mulher, extremamente bonitos. Mas não foi isso que alarmou Elaine. Foi o fato de que, ao sentir-se familiarizada com um dos jovens, ela sorriu imediatamente, quando uma de suas políticas de rebelião silenciosa contra a nova cidade fosse não sorrir.

 

Quando a escola começa, Elaine e Will, o misterioso rapaz do sorriso, tornam-se inesperados amigos. Apesar de Will namorar a linda Jennifer ( a jovem que o acompanhava na corrida de Elaine), ele parece se sentir muito a vontade na presença de Elaine, que inevitavelmente se apaixona por Will. Mesmo que todos digam que ele é o cara errado.

 

Elaine não percebe que seu relacionamento com Will transcende a paixonite juvenil. Ao longo do tempo, diversos fatos dão dicas de que uma antiga história, conhecida em todas as culturas, esteja se repetindo, e Elaine está bem no meio dela.

 

Meg Cabot destoa de suas personagens-comuns nessa obra. Elaine é quase palpavel, de tão real e simples. Apesar de não ser superficial ao extremo, como algumas personagens femininas meguianas, Elaine não deixa de ser feminina. Tem a maturidade que muitas garotas apresentam aos dezesseis, e prova ser uma amiga valiosa para Will. E apesar da aparente superficialidade, Jenifer é o que podemos chamar de “uma garota bacana”.Lance, melhor amigo de Will,tem o coração no lugar, apesar de alguns pesares ( NO SPOILER). E Will…ah, Will é companheiro, corajoso, gentil, amável,sensível e divertido, além de incrivelmente lindo.

 

Meg consegue com “Avalon High” o que muitos autores almejam em suas carreiras: reescrever clássicos. Ela escreve de um modo leve, descompromissado e muito bem delimitado , a história do Rei Arthur nos tempos atuais. Puxe seu lugar na Távola Redonda e aproveite o livro!

 


Resenha por Gabriela (Gani)

?dolo Teen

Posted by San Diegirls on March 8, 2010 at 7:10 PM Comments comments (0)

Título: Ídolo Teen

Autor(a): Meg Cabot

Editora: Galera Record

Nº de páginas: 268


Jenny Greenley é uma adolescente comum, que gosta de passar o tempo com sua melhor amiga e participar de atividades extra-curriculares na escola. Annie também é uma adolescente, mas de comum ela não tem nada. Ela é quem responde às perguntas anônimas dos alunos da escola Clayton, na coluna "Pergunte à Annie". E o que essas duas tem em comum? Elas são a mesma pessoa. Jenny, como Annie, guarda segredos da escola inteira, e a sua situação só piora quando um famoso astro teen, Luke Striker, vem estudar temporariamente na Clayton para treinar para um de seus personagens. Jenny, por ser a única que sabe desse "segredo", fica responsável por ajudá-lo a se adaptar e a manter-se anônimo. Mas como ser amiga de um astro teen do cinema, conselheira da escola e ainda lidar com uma paixão secreta pelo namorado da amiga?




Ídolo Teen não tem mistérios. Se você já leu um livro da Meg, você leu todos. Além dos nomes dos personagens, mudam apenas alguns detalhes, como cidade, escola e dom. Nesse caso, Jenny tem o dom de ouvir e aconselhar as pessoas. Ela se dá bem com quase todos na escola, mesmo que ninguém saiba de sua identidade secreta. Jenny não é uma loser, mas também não está entre os populares. Ela tem uma melhor amiga, Trina, que também é sua vizinha e é loucamente apaixonada por Luke Striker.


A vida de Jenny já era complicada antes da chegada de Luke, cheia de segredos e sentimentos confusos acerca de Scott, o namorado de Geri Lynn, sua colega. Mas com Luke na área, tudo vira um caos. Ela tem que lidar com um astro, que, ok, acaba se mostrando um grande amigo, mas que não deixa de ser famoso (e absurdamente hot), e quando as pessoas descobrirem... digamos que vai sobrar pra Jenny.


O livro segue o padrão Meg Cabot: é engraçado, a leitura é rápida (li em uma tarde) e tem um romance muito fofo, além de uma bonita história de amizade. Além disso, Meg, como sempre, mostra como fama e popularidade não são sinônimos de caráter e sorte no amor. Não é o melhor livro teen da Meg, mas é divertido. E eu pegaria o Scott :D então acho que 2 estrelas são mais do que o suficiente.


Resenha por Isadora Cal.

A Mediadora - S?rie

Posted by San Diegirls on March 3, 2010 at 9:01 PM Comments comments (3)



Título: A Mediadora

Autora: Meg Cabot

Editora: Galera Record

 

Suzannah Simon tem uma habilidade especial – ela vê fantasmas. Em teoria, seu trabalho seria ajudar as pobres almas perdidas a irem para a luz e seguirem em frente para onde quer que elas devam ir. Porém, nem todas querem ir. E Suzannah não é uma pessoa muito paciente, especialmente quando algum fantasma sem-noção a mete em problemas com sua família, a escola, ou mesmo a polícia... É aí que, pra usar as palavras dela, é hora de “chutar a bunda dos fantasmas”; como mediadora, ela não só vê e fala com fantasmas, mas também pode tocá-los.




A série é formada por seis livros, e tem início com a mudança de Suze de Nova York para Carmel-sobre-o-mar, na Califórnia, por causa do novo marido de sua mãe. Devo dizer que é uma das séries mais interessantes da Meg, em grande parte porque Suzannah é uma personagem mais interessante que a média, com senso de humor e atitude – ela não espera que algo aconteça, ela vai lá e faz. Às vezes ela não pensa muito nas conseqüências, mas pelo menos não se arrepende por algo que não fez.


No primeiro livro, acompanhamos principalmente a sua adaptação à Califórnia, e seus problemas com seu “dom”. À medida que a história evolui, no entanto, é revelada uma trama maior, principalmente nos últimos três livros, que deixa a série mais interessante ainda. É quando vemos mais sobre os poderes de Suze, e as conseqüências que eles podem trazer.


Como todo livro da Meg, claro que tem que ter algum romance. No caso da Mediadora, fica um pouco mais complicado – Suzannah atrai o interesse dos garotos da sua idade, certo, mas no fundo ela realmente se interessa... Por um fantasma. O que pode ser um problema. No entanto, boa parte das meninas que lêem esse livro também acaba tendo uma quedinha por ele.


No fim das contas, é uma das melhores obras da autora, que vai ficando mais interessante a cada livro. E tem uma personagem principal que entende sarcasmo.



Livros da série:

- A Terra das Sombras

- Arcano Nove

- Reunião

- A Hora mais Sombria

- Assombrado

- Crepúsculo


Resenha por Ana Carla

 

Pegando Fogo

Posted by San Diegirls on January 29, 2010 at 11:16 PM Comments comments (0)

Título: Pegando Fogo

Autor(a): Meg Cabot

Editora: Galera Record

Número de Páginas: 304

 

Katie Ellison é uma mentirosa de mão cheia. Talvez ela não seja daquelas que inventam grandes histórias sobre si mesma, com príncipes se apaixonando por ela, e uma herança ganha de um parente distante. Mas sempre usa suas mentirinhas brancas para agradar todos à volta. Entretanto, a volta de um misterioso ( e lindo) Tommy Sullivan pode virar de cabeça para baixo o mundo de Katie.
Katie é popular. Por associação, tudo bem, mas ainda assim é popular. Sua melhor amiga é Sidney van de Hoff, a garota mais popular da escola, e seu namorado é Seth, atacante do famoso time de futebol americano Quahog. Além de, claro, de vez em quando se encontrar com Eric Flutely, com quem trai o namorado. 
Katie tem uma vida considerada por muitos perfeita. Tem as melhores notas da sala, todos parecem gostar muito dela, e ainda por cima, concorre ao título de Princesa Quahog (um tipo de molusco), apesar de não apreciar muito essa iguaria. E tem uma paixão genuína por fotografia.
Entretanto, quando um antigo amigo retorna à cidade que uma vez o expulsou, Katie fica apreensiva. Tommy Sullivan reaparece mais alto, mais forte, mais lindo (!!!) e menos geek. As meninas do colégio, não reconhecendo-o, caem de amores, mas Katie sabe muito bem quem se esconde por trás da aparência de “gato mais gato de todos os gatos”. Tommy é uma mancha no passado de Katie, e ela teme que Tommy esteja de volta apenas para se vingar. Ainda assim, Katie não consegue não se apaixonar por Tommy.


Ok, agora o que eu realmente achei do livro: uma droga. De verdade. Meg, você é um amor, mas esse livro.. esse livro! Jura? Quer dizer, enredo previsível tudo bem, porque, falemos a verdade, quando escreve livros teens (e muitos young adults) Meg se utiliza dos mesmos moldes pra contruir suas personagens. Se tirarmos alguns detalhes, veremos também que o enredo principal tende a se repetir em seus livros, e os finais, bem, desculpem Meg lovers, mas é meio cliché.
Mas tudo bem até aí, porque geralmente os livros de Cabot são divertidos, o que faz valer a pena comprá-los. Ela é conhecida por se dedicar a uma literatura descompromissada, livre, feminina, leve e engraçada. Coisas bem mulherzinha, como uma amiga diria.
Só que “Pegando Fogo” beira os limites aceitáveis de “lugar-comum” que um livro pode ter. As personagens são fracas, sem personalidade. O enredo é sem graça, e passa a impressão de que foi retirado de um filme ruim de cheerleaders dos anos 90. E honestamente não sei quem me dá mais nos nervos, Ever de “Para Sempre” (Noël Allison) ou Katie de “Pegando Fogo”. Não porque ela traía o namorado com o cara mais sem graça e insensível da face da terra. Não porque sua amiga, apesar de leal, era o pior exemplo da feminilidade das meninas de 16 anos. Mas porque Katie Ellison é o exemplo de supressão da personalidade por simples pressão social. Desculpa, Meg, mas dessa vez eu não perdoo. 

 

 

Resenha por Gabriela Gani



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