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A Primeira Regra do Mago

Posted by San Diegirls on April 12, 2010 at 8:40 PM Comments comments (1)

 

Título: A Primeira Regra do Mago (Wizard's First Rule)

Autor(a): Terry Goodkind

Editora: Rocco

Nº de páginas: 624

Richard Cypher é um guarda florestal em Westland, uma terra que fica fora dos limites mágicos do mundo, separado deste pela Fronteira. Tudo segue normalmente na vida do guarda, até que uma bela moça aparece em sua floresta, sendo perseguida por homens suspeitos. Richard vai em seu socorro, acreditando tratar-se apenas de mais uma donzela indefesa. Mal sabe Richard que aquela é Kahlan Amnell, uma confessora que está em busca do grande mago que irá ajudá-la a encontrar o Seeker, aquele que busca a verdade e que irá livrar o mundo das mãos do perverso Darken Rahl, o governante do mundo mágico que pretende dominar o mundo e subjugar a todos. Mal sabe Richard também que aquele encontro mudará sua vida para sempre – e a de todo o mundo.


5 estrelas

A Primeira Regra do Mago é simplesmente muito épico (em homenagem a Bárbara)! Eu diria que o livro junta tudo que há de bom na trilogia O Senhor dos Anéis, Harry Potter e Star Wars. Sinceramente, depois disso você ainda tem dúvidas de que o livro é sensacional? Ok, então vou te dar mais alguns motivos para ficar desesperado querendo ler o livro.

 

Primeiro, deixa eu te explicar o enredo de forma simples e direta: existe um ditador malvadão e todo-poderoso, que quer dominar o mundo. Ele quer fazer isso porque ele acha que tá tudo errado, e do jeito dele vai tudo ficar certo. Ele é descomunalmente poderoso por causa de uma certa magia antiga aí, e só existe uma pessoa que pode derrotá-lo: o Seeker. Seekers são “buscadores da verdade”, e eles são todos-poderosos e podem usar magia e etc, desde que propriamente treinado por um mago. Richard é o Seeker dessa geração, mas veja bem, ele é só um guarda-florestal que nem sequer vive do lado mágico da Fronteira. Aí um mago chega para ele e fala que ele é o Seeker e que ele vai ter que derrotar o homem mais poderoso e malvado do mundo. E tem uma mulher envolvida, mulher essa que é mais toda-poderosa que ele e a qual ele também não pode nem tocar. No livro, vamos acompanhar a história de Richard Cypher, como ele vira um Seeker, como ele muda, e o principal: como ele vira um herói. Não é fácil, como Frodo já demonstrou uma vez.

 

A história é muito bem construída. Como toda história épica que se passa em um mundo alternativo, se o autor não for muito bom no que faz, vai sair uma grande merda. Goodkind tem o dom, isso eu posso afirmar. Você é transportado para o mundo que ele cria, você entende a mágica daquele mundo, entende como as coisas funcionam. Você entende porque há guerras, e como elas foram fomentadas, porque o autor te explica isso. Não é mais uma história épica de vilão-que-quer-dominar-o-mundo versus mocinho-que-vai-salvar-todo-mundo-e-ficar-com-a-mocinha.

 

Os personagens são muito bem construídos. Sabe quando você lê um livro e, por mais que a história seja interessante, você não consegue parar de xingar o(s) personagem(ns)? Pois é, isso não acontece em APRDM. As atitudes dos personagens, mesmo as movidas por emoção, fazem sentido. Você entende a perspectiva do personagem. Cara, você entende o vilão! Quando foi a última vez que você leu um livro em que você entendia o vilão e entendia porque as pessoas o seguiam? Sabe, Darken Rahl me lembra muito Hitler, por causa da inteligência, dos discursos, do modo de manipular as coisas, de lidar com o povo. Richard, Kahlan e Zedd (e todos os outros) também são personagens fortes, humanos, quase reais demais para um livro de fantasia.

 

Há um romance proibido. Hahaha, ah, por favor, você sabe que isso conta, e muito! Sem me alongar muito, para manter o suspense, Richard e Kahlan não podem namorar... por diversas razões. Razão nº 1: eles não podem se tocar (se tocar mesmo, não encostar um no outro). Como confessora, ao tocar um homem, Kahlan faz dele seu escravo, até que ele morra. Razão nº2: Kahlan é a confessora do Seeker (Richard), então é meio que proibido que eles tenham alguma coisa. E aí tem várias outras coisas (profecias, bruxas más, outras pessoas) que os impedem de ficar juntos. Mas eu acho que nunca li um romance proibido tão lindo como o deles. Não é uma coisa Bela & Edward, ou Romeu & Julieta, porque é muito mais forte. Lendo o livro, seu coração fica do tamanho de um grão de mostarda de tanta dor que você sente por eles, porque é um amor tão lindo e puro, e tão, mas tão forte (e que é mostrado de formas tão sutis que você nem percebe que eles se amam, até que você percebe que eles se amam) e que não pode ser consumado. Eu chorei, ok? Me deixa.

 

Além disso, se você gosta de livros de fantasia cheios de detalhes sobre o mundo alternativo em que ele se passa (mapas, raças diferentes, histórias de eras antigas), do tipo que te tira completamente da sua realidade medíocre e te leva para uma dimensão totalmente fantástica e perigosa, A Primeira Regra do Mago é a pedida certa.

 

Sword of Truth (Espada da Verdade, numa tradução livre) é uma série composta por 11 livros, mais um pre-quel. Terry anunciou recentemente que está escrevendo mais um livro para a série, ainda sem título e sem previsão para lançamento. Em 2008 foi lançado pelo canal norte-americando ABC o seriado Legend of the Seeker, baseado na série Sword of Truth. O seriado está atualmente em sua segunda temporada. Confira o trailer.

 

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Resenha por Isadora C.

O gato Subiu no Telhado

Posted by San Diegirls on April 7, 2010 at 4:25 PM Comments comments (0)



Título: O Gato Subiu no Telhado

Autor(a): Moisés Liporage

Editora: Rocco

Número de Páginas: 206


Tony Pasmado é um cara relativamente comum. Órfão, mora com sua tia Franceska e seus 57 gatos, e é o responsável por cuidar dos animais. O problema é: Tony tem ódio de gatos. E uma ligeira fobia também, com alguma tendência a paranóia. Até o dia em que ele cruza o caminho de um camelô-pregador de rua-taxidermista-macumbeiro e acaba se transformando no objeto de seus pesadelos... Com sete vidas e tudo.




A premissa do livro me atraiu à primeira vista. Um cara que se transforma no animal que mais odeia e tem que aprender a lidar com isso? Já me veio à cabeça uma jornada de aprendizado e redenção com direito a trilha sonora e tudo (o que não é tanto exagero quando se considera que o autor utiliza muitas analogias cinematográficas). A vontade de ler aumentou ainda mais quando vi a seguinte frase na contracapa do livro: “combina elementos do horror urbano de Stephen King, o clima de realidade alternativa da série de TV Além da Imaginação (...), e o humor escalafobético do diretor Tim Burton.” Comparou ao Tim – eu tinha que ler.


Só acontece que não é exatamente isso. A propaganda e a premissa são ótimas – mas a história poderia ser melhor. Vamos por partes.


Começando pelo seguinte: por ser da divisão “Jovens Leitores”da Rocco, e ter na capa um gato de desenho, pode atrair leitores mais jovens, crianças mesmo. Ok, provavelmente eles não passariam do primeiro capítulo, já que o livro tem um vocabulário complicado às vezes, mas também pode ocorrer essa idéia a adultos. Então, se você viu a capa e pensa em comprar para seu filho/sobrinho/afilhado/primo/irmão mais novo/o que quer que seja, é melhor dar uma lida antes de decidir. Como já dito, o vocabulário é um pouco difícil (o que não é um ponto ruim, só um problema para leitores com menos experiência), e Tony é um adulto, logo, faz coisas de adulto (e minha explicação pára aqui).


Tony, nosso personagem principal, é um grande limão. Ele é um adulto azedo e que culpa o mundo pelas suas desgraças. Ok, a tia e seus gatos. E qualquer gato que encontre no meio da rua. Ainda assim, tem horas que dá vontade de sacudi-lo e gritar “cresça e tome uma atitude!”. A tia aparece relativamente pouco, mas nos mostra que realmente não é fácil morar com ela desde criança; ainda mais quando ela se importa mais com os gatos do que com o sobrinho.


O personagem que achei mais interessante foi justamente o camelô que tenta vender animais empalhados a Tony, e que é responsável por sua “transformação”. Ele me pareceu o mais “burtoniano”, digamos assim.


A narrativa varia entre simples e rebuscada, com palavras com jeito de livro antigo e gírias convivendo nos parágrafos. Por exemplo, a palavra “escalafobético” é usada com certa freqüência, e Tony se refere a Cândida como sua “peguete”. Essa mistura dá um ar de graça ao livro, como se ele não se levasse tão a sério como a gente pensaria. E os diálogos são acreditáveis, ou seja, o veterinário fala como um veterinário real falaria, e o pitboy fala como um pitboy real.


O livro tem um ritmo estranho, talvez intencional, talvez não. Antes da transformação, ele é bem lento. Leva muito tempo pra história se desenrolar e realmente “acontecer”; quando Tony está em “modo gato”, a história passa a ter um ritmo mais rápido, como se ele estivesse sempre correndo (o que não é muito longe da verdade).


No geral, é um livro interessante na premissa, mas nem tanto na execução. E sinceramente, o final me decepcionou. Duas estrelas pra ele.


Resenha por Ana Carla

 


Como Desaparecer Completamente e Nunca Ser Encontrado

Posted by San Diegirls on March 24, 2010 at 4:14 PM Comments comments (0)



Título: Como Desaparecer Completamente e Nunca Ser Encontrado

Autor (a): Sara Nickerson

Editora: Rocco

Número de páginas: 293


Margaret sabia que sua família era um pouco estranha. Não que ela fosse exatamente normal. Afinal, fez o relatório de ciências do sexto ano sobre uma alcatéia de chihuahuas assassinos. Mais estranho ainda era o fato de perceber que sua mãe não mais parecia disposta a falar sobre qualquer coisa, desde a morte do pai, há três anos. Margaret e a irmã mais nova, Sophie, foram, então, levadas por ela a uma velha mansão abandonada com uma placa de “à venda” no jardim. Mas quem podia ter morado ali? E por que tanto mistério em torno do assunto? Convencida de que a morte do pai, o silêncio da mãe e a mansão estavam de algum modo relacionados, voltou à sinistra casa sozinha, resolvida a desvendar o significado de algumas pistas que surgiram pelo caminho. E com a ajuda do vizinho Boyd, descobriu que a realidade pode ser mais estranha que a ficção.




Esse é um daqueles livros que você descobre ao acaso numa livraria e não consegue mais largar. Margaret, com sua narração simples, faz com que todos queiramos saber o fim da história, apesar de ela mesma não saber por onde começar a contar. Com a mãe psicologicamente ausente após a morte do pai, Margaret passa a ser praticamente responsável por sua irmã mais nova. Não completamente, mas em questão de preparar jantar, levar à escola, fazer companhia... Então, quando algo diferente da rotina acontece, claro que ela vai questionar o que é tão importante pra fazer sua mãe finalmente reagir – ainda que momentaneamente.


Já Boyd está numa situação oposta – seus pais são muito presentes. Não que ele se incomode com isso, mas algumas coisas (como a dieta dos pais, que acaba sendo imposta a ele), ele dispensaria. Como refúgio, ele usa os quadrinhos misteriosos de Ratt, autor que ninguém nunca viu, nem mesmo o bibliotecário. No entanto, sempre há revistas novas sendo entregues durante a noite, misteriosamente. Exceto pelo volume 1 – esse nunca apareceu.


A narrativa do livro é bem simples, o que faz sentido – é um livro infantil, afinal de contas. Mas nem por isso menos interessante. O fato de Boyd se identificar com um anti-herói de quadrinhos a ponto de ter medo real dos vilões é um pouco estranho, mas inegavelmente infantil. Que criança não imagina que os monstros da ficção são reais? O importante aqui é como ele vai conseguir superar isso, e ajudar sua nova (e única, diga-se de passagem) amiga, Margaret, a resolver o mistério da mansão vizinha. Que aparece nos quadrinhos.


Quadrinhos que realmente aparecem entre os capítulos, e deixam tudo ainda mais interessante, principalmente para os leitores mais jovens (ou aqueles que amam quadrinhos, independente da idade, como eu). Eles complementam a história, oferecendo outro ponto de vista, além de Boyd e Margaret, que se utilizam deles pra tentar encontrar mais pistas do mistério.


Os personagens são reais o bastante para que o leitor se importe com o que acontece com eles, Sophie principalmente. Ela é a irmãzinha fofa que todos querem ter.


Não posso dizer que o final é surpreendente e inesperado, mas também não é tão previsível. Algumas coisas você pode deduzir, claro, à medida que Margaret vai descobrindo coisas sobre “o lado maluco” de sua família. Mas é um livro bem divertido e rápido de ler. Recomendo.


Resenha por Ana Carla

 


Se Eu Ficar

Posted by San Diegirls on January 6, 2010 at 3:10 PM Comments comments (1)



Título: Se Eu Ficar

Autor(a): Gayle Forman

Editora: Rocco

Número de Páginas: 192



Mia, uma garota normal e musicista talentosa, sofre um acidente de carro com sua família, sendo a única sobrevivente – em teoria. Ela entra em coma. E tem que decidir se vale a pena continuar vivendo ou não. Por um lado, ela perdeu as pessoas que mais ama no mundo; por outro, ainda tem a vida inteira pela frente, e outras pessoas que também ama e que sofreriam muito ao perdê-la. Enquanto toma sua decisão, ela assiste à reação das pessoas ao seu redor, avós, tios, a melhor amiga Kim, e Adam, seu namorado. Ela não tem muito tempo, pois seu corpo está piorando...



 

Desde o começo, dá para se apegar à família de Mia. Os pais dela são hilários, e o irmãozinho é adorável. E,apesar de serem diferentes, ela se dá muito bem com eles, e a dinâmica familiar é muito boa. Portanto, é bem emocionante quando eles não estão mais lá. Ao mesmo tempo, consegue ser um livro engraçado, não deixando o leitor deprimido durante a leitura.

O livro é narrado por Mia, com vários flashbacks enquanto ela tentar tomar uma decisão. Com isso, passamos a conhecer sua vida, seu relacionamento com aqueles ao seu redor, e seus motivos para ficar ou ir “em direção à luz” e talvez reencontrar seus pais. E durante os flashbacks percebemos como realmente não é uma decisão simples.

É um livro rápido de se ler, em parte porque é curto, e em parte porque não dá vontade de parar de ler. A narrativa flui, e os flashbacks não travam ou atrasam a história, mas contribuem e a enriquecem. Com personagens cativantes e uma premissa interessante, vale a pena ler.


Livros similares: Uma Vida Interrompida – Alice Sebold, Os 13 Porquês – Jay Asher.


Filme sugerido: Invisível (2007),com Justin Chatwin e Margarita Levieva.


Músicas: Should I Stay or Should I Go – The Clash, Iris – Goo Goo Dolls.

 

 

Resenha por Ana Carla

Belezas Perigosas

Posted by San Diegirls on December 30, 2009 at 2:56 PM Comments comments (0)


Título: Belezas Perigosas (Gemma Doyle, vol. 1)

Autor(a): Libba Bray

Editora: Rocco

Nº de páginas: 324


Gemma Doyle é uma adolescente comum. Mora na Índia, a família é inglesa, é um pouco mimada, sonha com a vida “civilizada” e burguesa da Inglaterra de que sua avó e seu irmão tanto falam. Tudo ia bem na casa dos Doyle até que, em um dia muito estranho na vida de Gemma, sua mãe é assassinada e uma série de mistérios surgem na vida da garota, juntamente com um rapaz também muito misterioso. Com isso, Gemma finalmente consegue realizar seu sonho de ir para a Inglaterra. Mas nem tudo é como ela imaginava. No internato feminino Spence, há mais segredos que confundirão Gemma, amizades surgirão de onde menos se espera e a magia que estava escondida será liberta.


Gemma é uma feiticeira, assim como sua mãe, e cabe a ela guardar os Reinos e o poder que há neles. Porém o poder, como todos sabem, é muito sedutor, e com amigas tão gananciosas e fúteis, Gemma se vê dividida entre seguir os conselhos de Kartik, o rapaz misterioso que a adverte sobre o que a magia pode fazer com ela, ou seguir a sua própria vontade e a de suas amigas.



Não posso dizer que a história é previsível, apesar de que parte dela é, nem que os personagens são clichês, mesmo Gemma sendo a típica personagem dos chick-lits. A história vive dando reviravoltas, algumas até nada divertidas, que te deixam com a sensação de que a autora não sabia mais o que estava fazendo. Você espera que o bem vença o mal, mas no fim das contas, você não consegue distinguir um do outro (talvez porque, na verdade, não seja possível fazer essa distinção tão maniqueísta). Você espera um romance, mas não passa disso: uma espera. Como trata-se de uma trilogia, acho que o nosso querido Kartik terá seu lugar ao sol nos próximos livros. E você também espera pela mágica, afinal não é Gemma uma feiticeira? Mas, vou te contar, nunca vi nada mais desinteressante que a magia de Belezas Perigosas.


O livro também peca nos detalhes. Bray tenta passar uma idéia de amizade forte e bonita, mas tudo o que ela consegue é nos passar uma preguiça de ler. Ela descreve os momentos entre as amigas tão forçadamente que você se sente mal lendo a cena. Você também não entende Kartik, quais suas intenções, quem ele realmente é. E até agora eu não entendi muito bem o que aconteceu com a mãe dela no decorrer do livro. A história é confusa, e por mais que seja apenas o primeiro volume de uma série, as lacunas que há no livro não são típicas dos livros que fazem parte de uma série.


Libba Bray me enganou. Ela é uma mulher muito simpática e engraçada nas entrevistas, é grande amiga de uma de minhas autoras preferidas (Cassandra Clare) e o lançamento de seus livros são sempre muito comentados. Fui seduzida por Belezas Perigosas, pela capa linda, pelo apelo sobrenatural. No início do livro, eu me empolguei bastante, porque eu adoro histórias de eras passadas, e Gemma me parecia uma personagem esperta e com a dose certa de sarcasmo. Com o virar das páginas, fui ficando mais lenta, até que deixei o livro de lado e fui ler outro livro. E depois mais outro. Isso, com certeza, é um indicativo de que o livro não é tão bom assim.


Eu dei duas estrelas a Belezas Perigosas, e não uma, porque eu tive forças para ler até o final. Eu queria saber quem era Mary Dowd e o que tinha acontecido com ela, e precisava ler o livro todo para ver se ele ia melhorar ou não. Eu também queria saber mais de Kartik, mas aviso logo, fui frustrada. Então, porque eu senti vontade de terminar o livro, mesmo ele sendo muito chatinho, dou a ele duas estrelas.


Se você gosta de Meg Cabot, pode ser que você goste de Belezas Perigosas. Mas, sinceramente, eu me divirto muito mais com a Meg.


Resenha por Isadora C.



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